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“Tech Is the New Bank”

“Tech Is the New Bank”

Investindo na Revenue Infrastructure

O Brasil construiu a infraestrutura financeira mais avançada do mundo emergente. A próxima década de criação de valor pertence às empresas que se conectam a ela, constroem sobre ela e a monetizam.

Toda tese de venture capital começa com uma observação sobre para onde o mundo está indo e que a maioria das pessoas ainda não internalizou. A nossa começa com uma pergunta: qual é a jornada do cliente e quais tipos de serviços e tecnologias vão ajuda-los ao logo desta jornada, desde o momento em que um cliente é adquirido até ele se transformar em capital investível, risco segurável ou pagamento internacional?

A resposta é que em cada estágio dessa jornada, que envolve adquirir clientes, converter a venda, coletar a receita, financiar o negócio, proteger a operação e mover capital entre fronteiras, existe uma empresa de tecnologia capturando valor ao tornar essa transição mais rápida, mais barata ou mais inteligente.

Passamos doze anos investindo nessas empresas antes de termos um nome para o que estávamos fazendo. Então mapeamos nossas saídas e nosso portfólio contra essa cadeia, e o padrão se tornou inegável.

ACQUIRE → CONVERT → COLLECT → FINANCE → PROTECT → MOVE

Chamamos de Revenue Lifecycle. Não é um framework de marketing. É um mapa de onde o valor se acumula na economia digital; e é onde investimos.

O Banco Central construiu as estradas. Agora startups constroem os carros.

Entre 2018 e 2026, o Banco Central do Brasil executou um dos programas de infraestrutura financeira mais ambiciosos do mundo. Autorização para fintechs concederem crédito diretamente. Reforma de recebíveis. O Pix, sistema de pagamentos instantâneos, gratuito, que hoje processa quase oito bilhões de transações por mês e alcança 93% da população adulta. Open Finance com mais de 60 milhões de consentimentos ativos e mais de 700 instituições participantes. A reforma dos FIDCs, que abriu o crédito estruturado para investidores de varejo. Pix Automático para pagamentos recorrentes. E agora, regulação de stablecoins.

170M+ de adultos usando Pix: 93% da população adulta brasileira.

R$35 trilhões em volume transacionado via Pix em 2025, crescendo 34% ao ano.

62M+ de consentimentos ativos em Open Finance, alta de 45% em relação a 2023.

Nenhum outro mercado emergente reuniu essa combinação de infraestrutura regulatória, adoção digital e escala de mercado. A infraestrutura está construída. A pergunta não é mais se o Brasil terá um sistema financeiro moderno. A pergunta é quem vai construir a tecnologia que faz ele funcionar.

Governos constroem infraestrutura. Empreendedores a monetizam. O Banco Central do Brasil fez o seu trabalho. Agora é a nossa vez.

As fintechs mais valiosas são aquelas que o consumidor nunca vê.

A última década de fintech no Brasil foi sobre aplicações voltadas ao consumidor: neobancos, apps de pagamento, carteiras digitais. A próxima década será sobre a infraestrutura invisível que faz essas aplicações funcionarem. O motor antifraude que aprova a transação. A plataforma de billing que gerencia a assinatura. O ERP que origina crédito. A camada de seguros que protege o contrato. O trilho de stablecoins que liquida o pagamento cross-border.

Essa não é uma percepção nova no mundo. A Ribbit Capital entendeu isso quando Micky Malka lançou um fundo de US$100 milhões focado exclusivamente em fintech em 2012, investindo em Coinbase, Robinhood e Nubank em estágio Seed. Esse fundo retornou aproximadamente 63 vezes o capital. A QED Investors entendeu quando construiu um fundo especialista de US$800 milhões. A Clocktower Tech Ventures entendeu quando focou exclusivamente na infraestrutura de serviços financeiros.

O que nenhuma delas fez foi aplicar essa tese de forma sistemática a startups brasileiras em estágio inicial: o estágio onde os valuations de entrada são justos, os ventos regulatórios de cauda são mais fortes e a assimetria de retorno é maior.

É isso que fazemos.

Product to Platform. Do Software para TechFin. De $X para $10X.

O Revenue Lifecycle não é apenas uma forma de classificar empresas. É um playbook de criação de valor. Cada empresa em que investimos entra no ciclo em um estágio. Nosso trabalho é ajudá-la a expandir para estágios adjacentes, transformando uma solução pontual em plataforma, e uma assinatura SaaS ou serviço transacional em um relacionamento financeiro.

O racional é direto. Um ERP vertical cobrando $X por ano se transforma em um relacionamento de $10X quando adiciona crédito embarcado, alimentado por FIDCs, usando os dados transacionais que já possui. O custo de aquisição do cliente não muda. O custo de troca aumenta dramaticamente. A receita por cliente se multiplica por cinco a dez vezes.

Não inventamos o framework. Descobrimos nas nossas próprias saídas.

Antes de termos um nome para o Revenue Lifecycle, já estávamos investindo nele. Nosso primeiro fundo alocou R$172 milhões em 35 empresas. As saídas que executamos já retornaram mais de 2x esse valor, com expectativa de retornar outros 2x. O fundo já superou a taxa de retorno preferencial e ainda conta com doze empresas do portfólio ainda aguardando desinvestimento.

Quatro das nossas cinco maiores saídas estão diretamente no Revenue Lifecycle:

• Bling → adquirida pela Locaweb: Estágios Collect & Finance

• EZ Commerce/DCG → adquirida pela Linx: Estágio Acquire

• Vindi → adquirida pela Locaweb: Estágio Collect

• Konduto → adquirida pela Boa Vista/Equifax: Estágios Convert & Protect

Investimos em cada uma em estágio Seed. Ajudamos a executar o product-to-platform pivot. E realizamos a saída para compradores estratégicos que entenderam que esses ativos de infraestrutura justificam um valuation diferenciado. Quando mapeamos todo o nosso portfólio contra os seis estágios, o padrão era inequívoco. Estávamos investindo no Revenue Lifecycle há mais de uma década. Só não tínhamos dado o nome ainda.

A janela está aberta.

Cinco ventos estruturais convergem nos próximos anos.

Pix Automático: lançado em junho de 2025, habilita cobrança recorrente nativa via Pix, alcançando 60 milhões de brasileiros sem cartão de crédito. Toda a camada de infraestrutura de billing está sendo reconstruída do zero.

Open Finance: cruzou o limiar de monetização, com 102 bilhões de chamadas de API em 2024, crescimento de 96% ao ano.

Reforma dos FIDCs: (Resolução CVM 175) democratizou o crédito estruturado. Qualquer ERP vertical com dados de recebíveis pode agora originar produtos de crédito, criando uma categoria inteiramente nova de empresas techfin.

Regulação de stablecoins: está sendo formalizada, com o volume de negociação de USDT no Brasil triplicando para US$1,6 bilhão mensal.

As empresas que ocuparem os pontos de controle estruturais do Revenue Lifecycle nos próximos anos vão definir quem será dono da camada de infraestrutura da economia digital brasileira na próxima década.

Em venture capital, os retornos vão para os investidores que enxergam a mudança de infraestrutura antes dela se tornar óbvia, e tem a convicção de apostar no estágio mais inicial.

Triaxis está perfeitamente posicionada para este momento.

Não somos generalistas que eventualmente investem em fintech. Não somos um fundo de VC later stage colocando cheques maiores em empresas com risco já reduzido. Não somos investidores internacionais que aterrissam num mercado sem conhecimento local.

Somos um time que trabalha junto há mais de doze anos, investindo exclusivamente em empresas de tecnologia brasileiras do Seed à saída. Fizemos mais de 50 investimentos e executamos saídas para Locaweb, Equifax/BoaVista, Linx, J.P. Morgan/FitBank e Eletromídia. Trabalhamos com investidores estratégicos cuja expertise ativa diretamente as empresas do portfólio em estágios específicos do Revenue Lifecycle.

Num cenário de fundos concorrentes e adjacentes, nenhuma outra gestora replica a nossa combinação de especialização em infraestrutura fintech, track record de saídas completas, framework de tese sistemático e estrutura de investimento estratégico.

O Revenue Lifecycle não é uma aposta em uma única empresa, tecnologia ou desfecho regulatório. É uma aposta na mudança mais fundamental dos serviços financeiros brasileiros: que a camada de infraestrutura da economia digital será construída por startups, não por bancos; e que os investidores que apoiarem essas startups em Seed e Series A vão capturar o maior valor.

Não estamos competindo para ser o maior fundo. Estamos competindo para ser o fundo melhor posicionado no segmento mais atraente do venture capital brasileiro.

Tech is the new bank. The Revenue Lifecycle is where the value is.

Reinaldo Coelho

Sócio-Fundador, Triaxis Capital


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